segunda-feira, 28 de maio de 2012

badly translating exactly what feel.

For you I saved a love
That I never knew how to give
The love I had and saw without leaving me
I felt without tasting it
Without surrender
And share... 
(...)
I've saved it
No needing why
Or anything like that
Besides, not knowing how to do it
So I can have my own way of show it

I've found it
Seeing it in you
And explanation for this is not required
If a heart beats fast and burn
In the fire the ice is gonna burn.


http://www.youtube.com/watch?v=rkAvi_FRKyI

sexta-feira, 25 de maio de 2012

breaking the fuck out. 
when i first wrote here, it was supposed to be about freedom, about explosion, about a new and better life.

hoje eu saio daqui com raiva. triste. 
esse lugar não fez bem pra mim. eu perdi tudo. perdi dinheiro. perdi o cara que eu gostava. perdi amigos. perdi minha dignidade. estou voltando pro ordinário, pro que eu tão recentemente odiava. pra aquilo que quem eu admiro, acha tão mesquinho.
mas eu não tenho pra onde ir. eu não tenho como ficar. e eu já tive todas as chances. 
eu não sei o que fazer. i wanna go back. i wanna go back so much. my life means nothing right now. 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

i've been missing you, love.


Saudade. Acho que todo brasileiro conhece essa palavra, e todo o mundo conhece esse sentimento. Digam o que disserem, mas o cara que inventar um aniquilador de distância instantânea – e de peso também, convenhamos! – vai ser a pessoa mais rica do mundo. E a mais amada por mim também.
Eu cresci sentindo saudade. Morei longe da minha família por muito tempo. Depois dos meus seis anos, sempre tinha alguém muito importante morando em um estado diferente do meu. Acho que por estar relativamente acostumada, subestimei esse sentimento e comecei a namorar alguém que mora em outro país.
No último fim de semana, senti uma saudade absurda dele, dessas além do normal. Fui ao casamento de uma grande amiga e mesmo com um monte de gente que eu amo lá, era pra ele que eu queria contar a história de amizade entre a noiva e eu. Era com ele que eu queria dançar a valsa dos padrinhos, com ele que queria comentar todos os detalhes que faziam aquele casamento tão “deles”. Mas então eu pensei: um casamento, né? É lógico que eu vou sentir saudade do meu namorado.
Nada. Dia seguinte, mesa de bar. Amigos solteiros e completamente não românticos. O assunto era o Google e não tinha nada a ver com amor. E lá estava ela. A viadinha da saudade de novo, apertando meu peito e mostrando incomodamente sua presença. Veio logo a vontade de explicar pra ele o porquê da discussão, das risadas, mostrar pra ele minha cerveja favorita e como os brasileiros, especialmente os meus, são sensacionais. Eu sabia que ele ia gostar de estar ali. Eu conseguia imaginar ele ali, rindo e interagindo, bem do meu lado, sem deixar espaço pra saudade alguma.
Chegando em casa, fui tentar explicar pra ele o que saudade significava. Ele conhece o sentimento, mas não sabia explicar. Contei então das sensações do fim de semana e disse: isso é saudade. Ele aprendeu a palavra, eu aprendi a não subestimar o sentimento. E nós dois seguimos esperando o cara que vai inventar a tão sonhada máquina dos sonhos de qualquer brasileiro, árabe ou saudoso desavisado.